Responsável de Saúde Pública na Huíla acusado de falsificação de documentos e corrupção activa

Responsável de Saúde Pública na Huíla acusado de falsificação de documentos e corrupção activa

A revelação foi feita pelo Procurador-Geral da República junto do Serviço de Investigação Criminal (SIC) na província da Huíla, Dorivaldo Domingos, ao esclarecer, à imprensa, as razões que levaram a alteração da medida de coação de prisão preventiva para liberdade provisória.

Dorivaldo Domingos fez saber que, depois de terem sido ouvidos por um magistrado do Ministério Público, em auto de primeiro interrogatório, no mesmo período em que foram presos, esta foi a medida que se achou mais adequada. Trata-se de uma medida cautelar menos gravosa, com a aplicação de uma caução, cujo valor não revelou.

“Confirmamos a detenção dos três funcionários. Depois de terem sido ouvidos pelo magistrado do Ministério Público foram indiciados na prática dos crimes de falsificação de documentos, associação criminosa e corrupção activa”, frisou. Durante o tempo em que estiverem a gozar de liberdade sob termo de identidade e residência, a contar desde Segunda-feira, o trio de supostos prevaricadores terão a obrigação de se apresentarem periodicamente às autoridades judiciais.

Dorivaldo Domingos, que não precisou o valor da caução aplicada a cada um dos três, afirmou que o processo corre os seus trâmites normais em instrução preparatória, no SIC.

 

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