Aberto inquérito para investigar prostituição na prisão de Cacanda

Aberto inquérito para investigar prostituição na prisão de Cacanda

A delegação provincial do Interior na Lunda Norte instaurou ontem, quarta-feira, um inquérito para apurar as denúncias públicas de que o director do estabelecimento prisional de Cacanda, José Lucala, estaria a promover prostituição e “farras” na instituição, na companhia de seis reclusos e sete mulheres.

Segundo a Angop, a informação foi avançada pelo porta-voz da delegação do Interior na Lunda-Norte, Rodrigues Zeca, sublinhando, que de acordo com as denúncias, feitas nas redes sociais, os reclusos em causa, estão envolvidos em crimes de corrupção, peculato, associação criminosa, falsificação de documentos e tráfico de influência.

A denúncia prosseguiu, refere que o director terá sido surpreendido na sua residência, sita no estabelecimento, por um agente penitenciário, a consumir bebidas alcoólicas em companhia dos seis reclusos, “detentores de regalias e privilégios”, e sete mulheres, “com quem tem estado a almoçar todos os dias”.

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