Daniel Nascimento:“Vamos usar a linguagem do cidadão comum, para que toda a gente se possa identificar com o discurso”

Daniel Nascimento:“Vamos usar a linguagem do cidadão comum, para que toda a gente se possa identificar com o discurso”

Qual é a expectativa que tem em relação à estreia e o desenrolar dos programas face aos programas anteriores, cujo rosto principal foi o seu?

A minha expectativa é sempre grande, cada vez que inicio um novo projecto. É verdade que a experiência me permite controlar a ansiedade natural de um começo, mas não significa que me sinta automaticamente preparado. Muito pelo contrário.

Depois de os telespectadores o verem no “Zap News” e “Viva em Casa”, qual será o diferencial neste novo desafio do programa “Zoom da Semana”?

O diferencial aqui, que vale o que vale, é que este é um programa criado de raiz (e estruturado) por mim, com conteúdo decidido por mim e que me “obriga” a ter uma abordagem diferente da que tinha/tenho no “Zap News” e no “Viva em Casa”.

De que forma os assuntos em debate deverão ser escolhidos? Estamos a falar de assuntos sem tabus/proibidos por ser em directo e em televisão? Em todo caso, o horário permite?

Os assuntos são escolhidos em função da sua actualidade e/ou da sua importância. Iremos abordar assuntos incómodos, sim… não sei se são tabus ou proibidos, depende do ponto de vista de cada pessoa.

Mas vamos falar do que entendermos merecer a nossa abordagem. Mas atenção: não é um programa de actualidade/informação, não vamos substituir o “Visão Actual” ou os espaços de debate político. Vamos usar a linguagem do cidadão comum, para que toda a gente se possa identificar com o discurso e debater todo o tipo de assuntos. E, sim, o horário permite.

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