É de hoje…PIIM no Uíge

É de hoje…PIIM no Uíge

Aumenta a cada dia que passa a cobrança em relação ao Plano Integrado de Intervenção nos Municípios (PIIM) por causa dos resultados que são esperados até ao momento.

Depois do projecto de reconstrução nacional, cujos resultados estão ainda aquém daqueles que esperávamos há vários anos, as esperanças estavam depositadas naquilo que pode vir a ser as concretizações dos vários projectos em curso, alguns dos quais depositados às mãos de quem está no poder.

Não há dúvidas de que o PIIM é um projecto que ultrapassa as várias nuances desenhadas há pouco tempo. Mais do que pequenos anúncios vistos até com fins eleitoralistas, o projecto transformou- se no resguardar de esperanças, em que muitos dos angolanos depositam esperanças para que os próximos dias sejam melhores.

Porém, apesar das vantagens e garantias que alguns pensam possuir, também é notória a preocupação quanto à concretização deste projecto.

Infelizmente, há razões para que muitos se preocupem com o andamento do PIIM. E desta vez veio do seio do próprio MPLA, partido no poder, cujos responsáveis pensam, que há atrasos na execução física de algumas infra-estruturas sociais a nível da província do Uíge.

Enquadradas no âmbito do Plano Integrado de Intervenção nos Municípios (PIIM), estão em curso, naquela circunscrição do país, as obras de construção de escolas, centros de saúde, pontes, asfaltagem de estradas, entre outras infraestruturas sociais, segundo a imprensa.

Há hoje uma percepção em relação ao que se passa nas obras, sobretudo os atrasos na sua execução física. Por isso, o partido no poder mostra-se preocupado e recomenda maior fiscalização a essas obras em curso nos 16 municípios da província do Uíge.

Não é em vão que, ao intervir na abertura da VIII sessão plenária ordinária do comité provincial do MPLA no Uíge, o primeiro-secretário provincial interino, Pedro Augusto Conga, admitiu que este ano será muito desafiante para todos e em todos os domínios da vida.