Carta do leitor: Roubos nas paragens de táxi

Carta do leitor: Roubos nas paragens de táxi

Cordiais sudações, coordenador do jornal O PAÍS…

Neste espaço, vou falar dos bandidos que, logo de manhã, nas paragens de táxi, em Luanda e arredores, assaltam cidadãos que vão ao serviço e à escola, sobretudo. Isso tem sido uma constante em vários pontos da cidade e da província de Luanda, sendo que os cidadãos estão preocupados com o silêncio das forças policiais nestes locais muito cedo.

Faz tempo que não vejo agentes da ordem pública, logo de manhã, em pontos de maior concentração populacional, senão os agentes reguladores de trânsito quando se trata de paragens de táxi.

Na Via Expressa, o cenário é mais preocupante, porque os bandidos, armados, chegam às principais paragens, colocam, recebem pertences e vão como se nada acontecesse.

Os cidadãos, como já conhecem a reacção dos bandidos, dobram-se as exigências, sob pena de perderem a vida.

Penso que o patrulhamento da Polícia Nacional deve ser redobrado para pôr cobro a essa situação, uma vez que os cidadãos vão ficando agastados com essas ocorrências.

No Zango, nos Congolenses, no São Paulo, em Cacuaco e noutros pontos o cenário tem sido o mesmo, isto é, logo de manhã. Muitas vezes, os roubos são apoiados pelos próprios “lotadores”, os jovens que ajudam os cobradores a encher os táxis.

Por isso, a Polícia Nacional tem a obrigação de ser mais actuante, uma vez que o resto dos problemas sociais em Luanda e no país são sobejamente conhecidos. Mas é importante travar-se essa onda de roubos que tem acontecido nas paragens de táxi, logo de manhã, aos trabalhadores e estudantes, sobretudo.

POR: Rabiel Txacama, Luanda