Editorial: Angola é una e indivisível

Editorial: Angola é una e indivisível

Destes pressupostos parece estarem os angolanos sintonizados desde a proclamação da nossa dipanda em 1975, quando foram plasmados no articulado da Lei Constitucional.

A experiência mais recente com acções que desrespeitaram os órgãos de soberania provaram ser um caminho a todos os títulos desaconselhável.

O direito à manifestação, garantido por lei, não só não pode pôr em causa a integridade dos órgãos de soberania, como até os direitos dos demais cidadãos não engajados nestes protestos públicos.

Exemplo disso tivemo-lo a partir da cidade do Lubango, capital da província da Huíla, quando a Polícia saiu à rua para garantir a segurança e o curso normal de uma manifestação convocada pela sociedade civil local e não se viram pneus a arder nas estradas, muito menos o arremesso de objectos contundentes contra a Polícia.

A memória regista que o primeiro responsável do Protectorado Lunda Tchokwe foi o cidadão jota Malaquito, também um “revolucionário” ao seu tempo, mas que desapareceu das luzes da ribalta. Ele terá as suas razões.