Ministro exige “sentido de Estado” na gestão da Caixa Social para pôr fim aos falsos pensionistas

Ministro exige “sentido de Estado” na gestão da Caixa Social para pôr fim aos falsos pensionistas

Para João Ernesto Liberdade, numa altura em que o Executivo assumiu o papel de transparência e combate às más práticas, a Caixa Social deve continuar com a sua missão de prova de vida que é, explicou, uma actividade de extrema importância que visa afastar os falsos pensionistas que, de forma injusta, se beneficiam da instituição em prejuízo dos verdadeiros militares

O ministro da Defesa Nacional e Veteranos da Pátria, João Ernesto Liberdade, exigiu, ontem, maior responsabilidade e sentido de Estado às entidades ligadas ao processo de reformas da Caixa Social das Forças Armadas (FAA).

Segundo o ministro, a Caixa Social daquele órgão militar encontra-se em situação de reformas, pelo que, frisou, para o seu êxito é preciso que as pessoas envolvidas neste desafio de mudanças estejam comprometidas e desenvolvam as suas funções com sentido de Estado para o bem do órgão.

O ministro, que falava durante o acto de empossamento dos novos delegados da Caixa Social, apontou que, para o êxito dos programas em curso, com vista a reformulação, haja o espírito de diálogo e cooperação entre a direcção da Caixa Social e as delegações províncias por serem, estas últimas que, no diaa- dia, mantêm contacto directo com os pensionistas e outros beneficiários da organização.

De acordo ainda com o governante, é preciso haver estabilidade para que os objectivos estabelecidos para o processo de reformas da Caixa Social venham a se concretizar.

Para o ministro, diante das dificuldades que a instituição vem enfrentado, nos últimos anos, o que exige a um concreto plano de reformas, a Caixa Social das FAA tem cumprido com o seu papel de assistir os militares e as suas respectivas famílias, algo que espera continuar.

A instituição, frisou, é uma referência na estabilização do processo de paz e coesão social, pelo que, defendeu, deve ser dada a atenção devida.

Para João Ernesto Liberdade, numa altura em que o Executivo assumiu o papel de transparência e combate às más práticas, a Caixa Social deve continuar com a sua missão de prova de vida, que é, explicou, uma actividade de extrema importância que visa identificar os verdadeiros pensionistas e afastar os falsos que, de forma injusta, se beneficiam da instituição.

Na actividade de ontem, tomaram posse os novos delegados da Caixa Social do Huambo, Bengo, de Benguela, Bié, Cuanza-Norte, Cuanza- Sul, Zaire, Moxico, Namibe, da Huíla e Cuando Cubango.