Editorial: Mar de azar

Editorial: Mar de azar

O futebol angolano vive um momento triste, sem chama nem o brilho de outros tempos. já lá vão os anos em que havia grandes referências, alguns dos quais acabam por incomodar os adversários de outros países do continente.

As exibições tristes até ao momento dos dois embaixadores angolanos nas afrotaças, respectivamente, o Petro de Luanda e o 1.º de Agosto, denotam a ausência de comprometimento e ambição nas provas em que estão inseridos.

Independentemente dos problemas vividos na Tanzânia, não se vê um clube militar à altura dos desafi os anteriores. O mesmo acontece com os petrolíferos que acabaram por perder ontem uma soberana oportunidade de pontuar no grupo em que estão.

Mas, como um mal não vem só, os sucessivos desaires na própria Federação Angola de Futebol não ajudam as próprias equipas, por estarem a ser acompanhados por uma organização muito distante dos pergaminhos que alguns dos antecessores de Artur de Almeida conseguiram no passado.