Executivo poderá integrar educação patriótica no plano académico nacional

Executivo poderá integrar educação patriótica no plano académico nacional

Para o Secretario de Estado da Defesa Nacional, José Maria de Lima, a implementação desta acção vai influenciar positivamente no comportamento e atitude da juventude com relação as questões que têm a ver com o civismo e o patriotismo, o que poderá elevar e proteger os valores da democracia e da defesa da pátria

No âmbito das políticas públicas que constam do programa de desenvolvimento da juventude, o Executivo pretende, nos próximos tempos, inserir a educação patriótica no plano académico nacional de forma a educar esta franja da sociedade no segmento da defesa nacional e prevenir actos que põem em causa a soberania do país, deu a conhecer, ontem, o secretário de Estado da Defesa Nacional, José Maria de Lima.

De acordo com o governante, a necessidade de inserir a educação patriótica no plano académico nacional é uma preocupação da juventude que pretende ver este segmento educacional no programa de formação escolar ao nível de todo o país.

Conforme explicou, no âmbito da parceria entre o ministério da Defesa e da Juventude, a pretensão será levada aos órgãos superiores para que, no mais curto tempo de espaço, a ideia de se implementar a educação patriótica no plano académico venha a concretizar- se.

De acordo com José Maria de Lima, que falava durante a apresentação do programa “Mais cidadania, mais Angola”, a implementação desta acção vai influenciar positivamente no comportamento e atitude da juventude com relação às questões que têm a ver com o civismo e o patriotismo, o que vai elevar e proteger os valores da democracia e defesa da pátria.

Por seu lado, a ministra da Juventude e Desportos, Ana Pula Sacramento, disse que, no âmbito das políticas públicas do sector que dirige, o Executivo pretende continuar a mobilizar a juventude nas questões e acções que promovam o bem-estar social da juventude, pelo que a componente formativa na área do patriotismo representará um ganho que vai prevenir acções que não acrescentam ao valor à democracia.

De acordo com Ana Pula Sacramento, é tarefa do seu ministério, em articulação com demais sectores, delinear programas e projectos que concorram para o desenvolvimento da juventude no âmbito da implementação do Plano Nacional de Desenvolvimento, em materialização até 2022.

“Pretendemos dar sequência a implementação das acções tendentes ao desenvolvimento integral da juventude com a finalidade de continuar a mobilizar os jovens para a adopção de comportamentos inclusivos e participativos”, frisou.