Convenção do Bloco Democrático remarcada para Maio

Convenção do Bloco Democrático remarcada para Maio

O Bloco Democrático (BD), que integra a Convergência Ampla de Salvação de Angola – Coligação (CASA-CE), remarcou a realização da VI convenção para os dias 28, 29 e 30 de Maio para eleger o novo corpo directivo . A Convenção, inicialmente marcada para 22 e 23 de Abril, visa discutir vários assuntos, com destaque para o programa do BD e a revisão dos estatutos e programa eleitoral, além da eleição de um novo corpo directivo.

O facto foi avançado ontem pelo coordenador da VI Convenção do BD, Joaquim Lutambi, que frisou que até ao momento foram manifestadas quatro intenções de candidatos aos principais cargos de direcção desta formação política.

Esclareceu que as referidas intenções de candidatura aos cargos de Presidente do BD, apesar de ainda não formalizadas, foram manifestadas por Américo Valentim de Jesus Vaz e Filomeno Vieira Lopes, de Vice-presidente, João Alfredo Baruba, e de Secretário -geral do, Adão Ramos e Muata Sebastião.

Recorda-se também que o actual presidente do (BD), Justino Pinto de Andrade, renunciou em 2020 ao cargo , por já ter “cumprido o seu papel na política”. Deu a conhecer que as candidaturas para os referidos cargos serão aprovadas a 24 de Abril do corrente ano e a campanha eleitoral terá início a 27 do mesmo a nível das províncias do país.

Joaquim Lutambi informou ainda que agremiação política está, nesta altura, a realizar as assembleias provinciais e municipais onde estão a ser eleitos os delegados que participarão da Convenção. Adiantou que para a maior praça política, Luanda, vai eleger 51 delegados, enquanto as de Benguela (30), Huíla (20), Huambo (17), Bié (15), Uíge (15), Bengo (11), Zaire (11), Cabinda (6), Malanje (5), Cuanza Sul (5) e Cuanza Norte (3).

O Bloco Democrático (BD) está registado no Tribunal Constitucional desde 20 de Outubro de 2010 e, nesta altura, faz parte do conjunto de forças políticas que integram a CASA-CE.

As suas linhas programáticas estão baseadas na defesa da democracia e da justiça social, sendo seu objectivo principal “fazer de Angola uma potência económica de dimensão Atlântica para enriquecer os angolanos”.