É de hoje…Covid

É de hoje…Covid

O país foi sacudido há dias com mais uma decisão sobre o que se estará a passar no país. Mais do que um simples sinal, há por se estabelecer o que andará em contra mão neste processo.

Um país rico, Angola é hoje invadido por incompreensões, algumas das quais longe do processo que sempre se desenhou em relação ao futuro.

Quando se olha para o país, por mais que não se queira, não há como fugir àquilo que o futuro, por mais distante que pareça, ainda reserva aos angolanos, de norte a sul ou vice-versa.

São vários os sinais dados. Alguns próximos e outros mais distantes, como se não houvesse nada que nos pudesse levar para um caminho de certeza.

Angola ainda é aquilo que está mais próximo de todos, mesmo que para muitos o que se vive hoje esteja longe da razão. Felizmente, mesmo que não se concorde, persistem questões que merecem de cada um de nós uma posição.

Há quem não encontre razão para dias melhores. Porém, estes dias, persistem os sinais de que muita coisa boa foi feita para que os angolanos persistam.

A forma como se está a gerir a Covid 19 é disso um indicativo. Há razões para que o país esteja acima de tudo quanto foi feito, mesmo que isso não prevaleça nas relações existentes entre Angola e os angolanos.

Felizmente, passados quase cinco meses desde que o país se tornou num dos mais elementares de África, ainda persistem algumas questões por serem acertadas. Os dados tornados públicos ontem mostram como andamos. Segundo a Angop, houve a recuperação de 295 pacientes residentes em Luanda, 4 na Huíla, 1 em Benguela e 1 em Malanje.

Conforme o boletim diário, entre os novos casos, 81 foram registados em Luanda, 5 em Cabinda e 3 no Zaire.

Entre os novos pacientes, cujas idades variam entre 1 mês aos 66 anos, 49 são do sexo masculino e 40 do sexo feminino.

Nas últimas 24 horas os técnicos de laboratório processaram 2.414 amostras.

O país conta com 23.331 casos positivos, com 550 óbitos, 21.890 recuperados e 891 activos. Dos activos, dois estão em estado críticos, 11 graves, 41 moderados, 30 leves e 807 assintomáticos.