E como será agora?

E como será agora?

Não eram as canções do galo que me acordavam todas as manhãs, embora isso me fosse indubitavelmente ameno, tanto é que fazíamos silêncio para apreciar o ritmo e a melodia exaladas por elas. Eram as cólicas de sempre, aquelas que surgem com o amadurecimento “cr . . .


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