Tem futuro, Coimbra?

Tem futuro, Coimbra?

Lembro-me de uma frase. —Ah! Coimbra! Viveiro de cadáveres insubmissos! Ela vinha escrita em uma citação apócrifa inscrita no livro “Os canibais” que Álvaro de Carvalhal publicou em 1868, e a partir do qual o cineasta Manoel Oliveira fez um filme épico todo cantado em ópera . . .


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