Nós e o coronavírus

A máxima de Jonas Savimbi ‘1º o angolano, 2º o angolano, 3º o angolano, o angolano sempre’ já foi um dos toques de telefone mais ouvidos numa determinada época. Era normal ouvi-lo a partir dos telemóveis de jovens, uma boa parte dos quais sem qualquer simpatia com . . .


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