Continuam a chegar notas de pesar pela morte do jovem político

Continuam a chegar notas de pesar pela morte do jovem político

O  empresário Segunda Amões considera morte de Rescova uma perda para África.

A morte prematura de Luther Rescova Joaquim, governador da província do Uíge, não constitui, na reflexão do empresário Segunda Amões, uma perda apenas para o país, mas, também, para África, realçando que estava “na forja um líder com visão e perspectiva de futuro” para os desafios do Continente, escreveu numa mensagem de condolências à família do malogrado.

“Não só Angola que acaba de perder um grande filho e patriota, mas, também, a própria África, que se vê, prematuramente, privada de continuar a contar com o contributo de jovem dinâmico, perspicaz e dialogante, que, com uma visão de futuro, estariam, num curto espaço de tempo, a representar o Continente em grandes cimeiras mundiais”.

A trajectória política e carácter humanista de Luther Rescova deve, elucidou nota de condolências, o presidente do grupo ASAS, servir de exemplo para muitos jovens angolanos e não só, por ter demonstrado de, mesmo pertencendo a um partido, o MPLA, “nunca perdeu o sentido de Nação e servir o país”, revelando de que “quando se está na política para o engrandecimento da sociedade o reconhecimento vem de todos os quadrantes” em que as ideologias partidárias são colocadas de parte.

“O jovem Luther Rescova deixa um legado de bons exemplos de convivência da diferença, em que sempre, nas disputas políticas e na acção governativa, colocava os superiores interesses da Nação em primeiro lugar”, sustentou.

Segunda Amões acrescentou que “as manifestações de dor, solidariedade e reconhecimento da sociedade”, pela sua morte, é “a convicção plena de ter desenvolvido um trabalho valioso e que Angola e África perderam um o grande filho visionário, de 40 anos, com perspicácia”, aludiu.