Seguir o exemplo de Bailundo: dar às ruas os nomes de nossos heróis

Seguir o exemplo de Bailundo: dar às ruas os nomes de nossos heróis

“Angola é nossa”, dizia Salazar, com jactância. Este slogan colonialista foi recuperado, com o mesmo significado, e desde então tem sido alegremente perpetuado pelos Assimilados e Lusotropicalistas. 

Hoje, ele proclama duas Angolas: uma que se diz ser mais . . .


Registe-se como Assinante ou inicie sessão para continuar a ler este artigo.
Entrar - Criar Conta